Promoção da cidadania antirracista, da reparação histórica e do desenvolvimento do povo negro.
O projeto fundamenta-se no combate ao racismo estrutural, que mantém a população negra em situação de maior vulnerabilidade socioeconômica no Brasil. A iniciativa busca preencher lacunas na implementação da Lei 10.639/2003 e promover o letramento racial, utilizando o território e a memória como ferramentas de transformação.

Narrativas silenciadas

Análise socioespacial

Combate a práticas cotidianas
“Não há democracia racial em um país onde o negro não tem acesso igualitário à vida.”
"A força da alienação vem dessa fragilidade dos indivíduos, quando apenas conseguem identificar o que os separa e não o que os une."
"O negro brasileiro teve que aprender a rir para não chorar."
"Quem inventou a fome são os que comem."
Realizado por meio de um convênio entre o Ministério da Igualdade Racial (MIR), o Instituto Federal de Goiás (IFG) e a FUNTEC. A execução operacional das metas detalhadas nos documentos cabe ao Instituto Usina Social (IUS), uma organização da sociedade civil com vasta experiência em políticas públicas culturais e mobilização social.